A Maria Vai .... à Polónia

 Olá, Olá!


Bem-vindos ao novo segmento aqui no blog "A Maria vai...". À semelhança da Anita, pretendo contar-vos as minhas peripécias durante as minhas viagens por aí.

Hoje vamos.... à POLÓNIA

(Praça Maly Rynek)


Contexto

A escolha desta viagem remonta um pouco aos meus tempos de escola e à altura em que nas aulas de História se falava da Segunda Guerra Mundial. Já desde essa altura que queria ir à Polónia visitar os campos de concentração de Auschwitz/Birkenau e conhecer um pouco mais sobre a história da Segunda Guerra localmente. O ano de 2025 foi o ano de concretizar este meu desejo e aloquei uma semana para esta viagem, sendo que pretendia visitar as cidades de Cracóvia e Varsóvia.

Fiz esta viagem a solo e escolhi viajar nos últimos dias de de Abril / primeiros dias de Maio, e sinceramente fiquei muito satisfeita com o tempo. Apanhei uma semana de sol incrível e até consegui andar de manga curta eheh (enquanto que em Portugal estava a chover). Como já era a transição para a Primavera não estava aquele frio horrível e neve, característica destes países "mais nórdicos".

Na minha opinião, uma semana (mais concretamente, 6 dias completos) é mais do que suficiente para visitar ambas as cidades, com calma e sem pressas. 

Outra coisa importante a ter em conta é o facto de a Polónia não fazer parte da zona Euro, e por isso os pagamentos são feitos na moeda oficial do país, o Zloty. (Nota: todos os valores dos quais vou falar ao longo deste post foram convertidos para euros.)

Arbeit macht frei - O trabalho liberta
(Campo de concentração Auschwitz I)


Viagens e deslocações

Voos

Como sabem, sou da zona do Porto, pelo que comecei a procurar os voos que melhor se adaptavam aos dias que tinha disponíveis (de domingo a sábado). Ao pretender visitar as duas cidades polacas, por uma questão de facilitar a logística, escolhi voar do Porto para Cracóvia e regressar a partir de Varsóvia, através da Ryanair. A Ryanair tem voos diretos do Porto de e para Cracóvia e Varsóvia (Modlin).

Antes de fazer a reserva, fiquei um pouco reticente já que o aeroporto de Varsóvia era bastante afastado do centro (cerca de 1 hora em transporte público). Para mim tempo é dinheiro e prefiro pagar um pouco mais e viajar desde aeroportos mais centrais, no entanto neste caso a Ryanair não voava nas datas e/ou horários que me davam jeito a partir do aeroporto central de Varsóvia (Chopin). Assim, optei mesmo por escolher o Aeroporto de Modlin.

Pelas duas viagens de avião paguei uma média de 450€, sendo que fiz a reserva cerca de 3 semanas antes da partida, ou seja, um bocado em cima da hora. 🙈

(Dica: Não sejam como eu, sempre a adiar marcar uma coisa que sabem que vai acontecer eheh senão depois pagam mais caro pelos voos!) 


 Deslocações internas

Quando faço estas viagens sozinha, tenho sempre cuidado com os meios de transporte que utilizo para me deslocar.

Como o meu voo para Cracóvia chegava relativamente tarde no domingo à noite (por volta das 23h30/00h), optei por fazer uma reserva de táxi privado através do Booking, já que estava incluído no preço do hotel que escolhi (talvez por já ter alguns "descontos" associados à minha conta por fazer várias reservas). Assim que cheguei, estava um senhor cá fora com um papel com o meu nome e levou-me ao hotel sem nenhuma complicação. Pelo caminho ainda vimos uma família de javalis. Correu tudo super bem e recomendo imenso este serviço de táxi privado do Booking, quer viagem sozinhos ou acompanhados.

Relativamente às deslocações na cidade de Cracóvia, fiz tudo maioritariamente a pé, e também utilizei o Tram (comprei o bilhete nas máquinas que tem nas estações, e achei bastante simples). Para além disso, também utilizei o Bolt para deslocações maiores, como para as minas de sal ou para a estação de autocarros/comboios, e funcionou bem (sem tempos de espera demasiado demorados).

Para a deslocação entre o centro de Cracóvia e o campo de concentração de Auschwitz, após uma leitura exaustiva das mil e uma opções disponíveis, optei por comprar bilhete no site oficial de transportes de autocarro de Cracóvia.  O site não é muito fácil de navegar, pois está todo em polaco, e não achei muito clara a informação sobre os locais de partida e chegada dos autocarros. Caso pretendam reservar este autocarro, reservem com antecedência, pois esgota. Como fui sozinha, não me compensava reservar aqueles transportes privados (pelo GetYourGuide, por exemplo), pois ficava muito caro.

Comprei a passagem de Kraków - ul. Bosacka 18, Dworzec Autobusowy para Oświęcim - Więźniów Oświęcimia 55 (Museu de Auschwitz), neste caso, ida e volta. A viagem demora cerca de 01h30 min e custa cerca de 10€. A minha visita em Auschwitz estava agendada para as 12h, pelo que eu apanhei o autocarro das 09h40 min, com chegada às 11h05 min, ou seja, com alguma margem para atrasos e imprevistos. Para o regresso, considerando 3h30 min de visita, escolhi apanhar o das 16h30, com chegada a Cracóvia pelas 18h, e correu lindamente.

Para a deslocação entre Cracóvia e Varsóvia, decidi apanhar o comboio. Na altura também vi a opção de um voo interno, mas o tempo que ia "perder" em aeroportos e deslocações, bem como o custo da passagem, na minha opinião, não compensava. Comprei o meu bilhete através do site oficial de comboios da Polónia. Mais uma vez, não achei que fosse o site mais user-friendly de sempre, mas lá consegui e deu certo. 😅

Comprei a passagem de Kraków Gł. para Warszawa Centr. (centro de Varvóvia). Tive o cuidado de comprar bilhete num comboio direto e sem demasiadas paragens (Nota: há imensos comboios, com imensos tempos de viagem distintos, por isso, aconselho a verem com atenção o que reservam). A viagem entre as duas cidades demorou cerca de 2h30 min e custou cerca de 37€.

Já em Varsóvia, as deslocações na cidade fiz tudo maioritariamente a pé e por vezes utilizei o Bolt.

Por fim, depois de alguma pesquisa, percebi que a deslocação entre o centro de Varsóvia e o Aeroporto de Modlin, teria de ser em FlixBus, já que era a opção mais fácil e cómoda. Confesso que não adorei a experiência, mas sinceramente não sei se haveria outras opções menos confusas. 

A estação de autocarros é muito confusa e as placas/indicações estão todas em polaco, que calha de eu não perceber um boi (se vocês perceberem, se calhar até se safam bem). Para além disso, as linhas dos autocarros não estão bem indicadas e/ou os motoristas não param nos estacionamentos alocados à sua viagem, o que gera confusão, principalmente se não estivermos a par do idioma. Até acertar no autocarro para o qual tinha bilhete, foram precisas 3 tentativas em autocarros diferentes, e digamos que os motoristas não são os mais simpáticos do mundo. Por tudo isto, aconselho a irem uma meia hora mais cedo, para se entenderem lá. 😅

Comprei a passagem de Varsóvia, Rodoviária Oeste para Nowy Dwor Mazowiecki, Aeroporto de Varsóvia-Modlin. A viagem demora cerca de 50 minutos e custa cerca de 10€.

Em suma, para transportes e deslocações internas nesta viagem, gastei uma média de 90€.

Alojamento

Cracóvia

Relativamente ao alojamento, na cidade de Cracóvia optei por escolher o hotel PURO Krakow Kazimierz (hotel de 4 estrelas). 
Estava indecisa sobre o local da cidade onde me deveria alojar, já que, como estava sozinha, convinha ser um hotel com uma localização mais ou menos central e com fáceis acessos aos transportes públicos.
Estive 4 noites neste hotel e paguei uma média de 120€ por noite.
Na minha opinião, a relação qualidade-preço é ótima, já que os quartos eram muito confortáveis, grandes e espaçosos. O hotel é muito moderno e está muito bem arranjado. O pequeno-almoço era bastante completo e os produtos tinham qualidade.
Em termos de localização, fica ligeiramente desviado da praça principal do centro histórico, cerca de 20 minutos a pé, mas isso não me incomodou, pois considero 20 minutos uma distância confortável. No entanto, caso quisesse, tinha também a opção de utilizar o Tram, já que tinha uma estação na rua principal junto ao hotel, com ligação a várias linhas. Para além disso, ficava também perto do bairro Judeu e da fábrica de Schindler, a cerca de 5 minutos e 20 minutos a pé, respetivamente.

O ginásio é muito básico e apenas tem uma passadeira e uma elíptica e alguns halteres, ou seja, para mim, que faço treinos "a sério", é muito insuficiente. No entanto, como estava de férias, também não me importei muito e foi bom para tirar uns dias de descanso dos treinos. 

Por fim, mas não menos importante, um dos pontos a favor para a escolha deste hotel foi o facto de terem bicicletas gratuitas disponíveis para os hóspedes, ótimas para um passeio no passadiço ao longo do Rio Vístula.


(passadiço no Rio Vístula)

Varsóvia

Já em Varsóvia, o hotel que escolhi foi o Radisson Collection Hotel Warsaw (hotel de 5 estrelas). Estive 2 noites neste hotel e paguei uma média de 165€ por noite.
Mais uma vez não sabia muito bem que localização escolher, mas optei por ficar alojada um pouco mais afastada do centro histórico, na parte nova da cidade, já que nenhum hotel mais "central" me agradou muito. Apesar de estar localizado a cerca de 30 minutos a pé do centro histórico, não me arrependo da minha escolha.
Os quartos são mesmo muito confortáveis e espaçosos e o hotel é moderno e bem arranjado, ao nível da cadeia Radisson

O ginásio é incrível e super completo, já que é um ginásio "a sério" que pode ser utilizado tanto pelos hóspedes, como pelo restante público. Ainda que pudessem aceder ao ginásio pessoas externas ao hotel, nos dias que fui não estava muita gente. Só fiquei com pena de ter estado tão poucos dias e não poder usufruir mais tempo. 😅

A única coisa menos positiva que tenho a apontar é o pequeno-almoço, que, sendo um hotel de 5 estrelas numa capital europeia, estava à espera de mais variedade e qualidade. Para além disso, nos dois dias que fui, a sala do pequeno-almoço estava sempre muito cheia e uma confusão de hóspedes e funcionários a atropelaram-se. 

Em suma, para alojamento nesta viagem gastei uma média de 800€ (para um total de 6 noites)

Claro que há mil opções e com certeza muitas delas bastante mais baratas do que as minhas, porém estou num momento da vida em que priorizo muito o conforto e a comodidade quando viajo. Já viajei muito e fiquei muitas vezes em hostel com quartos e casas de banho partilhadas, no entanto, agora prefiro fazer menos, mas quando faço, fazer "melhor". 

Roteiro

Vamos agora ao suminho que interessa. Vou apresentar-vos o roteiro que eu fiz e as coisas que visitei, porém não garanto que inclua absolutamente tudo o que há para ver e fazer em Cracóvia e Varsóvia.
Vou dividir o roteiro por dias para ser mais fácil para vocês caso queiram tirar ideias para organizarem a vossa viagem.

Tal como referi no início deste post, a Polónia não faz parte da zona euro, sendo a moeda oficial o zloty. Relativamente aos pagamentos, grande parte deles já estavam assegurados, pois fiz as reservas online. No entanto, no que respeita à alimentação, essencialmente em restaurantes, bares, cafés, paguei sempre em cartão e não houve problemas. Não tenho Revolut, por isso utilizei o meu cartão "normal" e as "taxas" que paguei foram apenas as que estão associadas à conversão do zloty para euro, feita automaticamente pelo banco aquando da transação. Só houve lugar a pagamento de uma taxa efetiva quando levantei dinheiro numa ATM.

Dia 1

A minha viagem começou em Cracóvia. Cheguei um domingo à noite e fui logo dormir para poder aproveitar o dia seguinte ao máximo.
No primeiro dia fui logo de manhã visitar as Minas de Sal de Wieliczka.
Saí do meu hotel e apanhei um Bolt para lá, numa viagem que demorou cerca de 30 minutos. Vi que também existia a opção de apanhar um transporte público que tinha uma paragem lá perto, no entanto como a viagem não era muito cara, optei pela comodidade. (Dica: lembro-me que foi um pouco confuso escolher o destino para a viagem na aplicação, mas caso pretendam apanhar um Bolt, a entrada principal localiza-se na rua com o nome Danilowicza.)

(Minas de Sal de Wieliczka)

Comprei o bilhete para a entrada nas grutas quando cheguei ao local, no entanto aconselho a fazerem-no online no site oficial. Quando pesquisam no Google o site oficial não aparece logo como primeira opção, por isso tenham cuidado para não serem scammados.
Optei por fazer a visita guiada (Tourist Route) em espanhol, que durou cerca de 2-3 horas, e gostei imenso do guia e de toda a experiência dentro das minas. Atenção, que têm de ir preparados para descer bastantes degraus e depois no regresso à superfície, para subir por um elevador ligeiramente claustrofóbico. Ah, e não há qualquer rede móvel lá dentro!
Foi engraçado porque neste dia foi o dia do apagão em Portugal. Eu entrei na mina minutos antes do início do apagão e como estive sem rede, só me apercebi do que estava a acontecer 3 horas depois. 😅

Durante a tarde deambulei um pouco pelo centro histórico e estive nas principais praças, nomeadamente em Rynek Glowny e na basílica Bazylika Mariacka.

Não viajo para comer, por isso não irão ver muitas recomendações de restaurantes e/ou reviews de comida típica, no entanto, não podia deixar de experimentar o famoso Kotlet z piersi kurczaka, no fundo um panado de frango gigante, num restaurante na praça Rynek Glowny e claro, uma cervejinha local.

(Kotlet z piersi kurczaka)

Depois do almoço fui a pé desde o centro histórico até à zona do Castelo do Dragão, Wawel Castle. É uma zona mesmo muito bonita e com uns jardins floridos incríveis. Havia a possibilidade de fazer visita ao castelo e/ou à catedral, no entanto optei por não o fazer.

(Katedra Wawelska)



Dia 2

O segundo dia foi dedicado aos campos de concentração de Auschwitz/Birkenau. Como referi antes, apanhei o autocarro em Cracóvia que me deixou mesmo à porta em Auschwitz I. Para a visita aos campos adquiri os bilhetes para a visita guiada em espanhol através do site oficial. Aconselho a fazerem isto com a maior antecedência possível, porque esgota com facilidade. 
Gostei imenso da visita e de estar nos vários locais onde as coisas aconteceram, porém não me vou alongar neste assunto. Visitem e tirem as vossas conclusões.


 
(Campo de concentração Auschwitz I)


Existem algumas vagas, ao final do dia, para visitas livres ao museu, no entanto eu recomendo a 200% a visita guiada. É um pouco mais cara, mas vale totalmente a pena. O único ponto negativo, na minha opinião, teve a ver com o facto da visita ser muito "corrida" e sem grande lugar a questões, visto que há imensos grupos diferentes a visitar em simultâneo e cria-se alguma "confusão".

A visita guiada abrange os dois campos. Tem início em Auschwitz I com uma duração de cerca de 2 horas. Depois apanhamos um shuttle gratuito de cerca de 10 minutos até Birkenau e a visita termina neste local após cerca de 1h30 min.

Antes de visitar os campos, não tinha conhecimento disto, mas só há lugar a pagamento caso se pretenda visitar o museu de Auschwitz I. O campo de concentração de Birkenau é de entrada livre e qualquer pessoa pode aceder, inclusive apanhar o shuttle gratuito desde Auschwitz I.

(Campo de concentração Birkenau)

Dia 3

O dia 3 iniciou de manhã com uma visita à fábrica de Oskar Schindler. Fui a pé desde o meu hotel até lá, cerca de 20 minutos. Mais uma vez, fiz a reserva da visita guiada através do site oficial. (Nota: cuidado, o site oficial não é o primeiro que aparece no Google.)
Tinha lido várias reviews a indicar que esta visita nada tinha a ver com a vida de Oskar Schindler ou o seu papel durante a Segunda Guerra Mundial, mas sim mais focada na vida dos judeus em Cracóvia naquela altura, no entanto decidi visitar na mesma, pois a Lista de Schindler é um dos meus filmes preferidos de sempre.
Efetivamente foi uma "desilusão", mas tendo em conta as reviews que já tinha lido, não foi uma surpresa. Confesso que a guia me perdeu nos primeiros 10 minutos e continuei o resto da visita um pouco ao ritmo. Do meu ponto de vista, acho que a visita guiada não compensa e mesmo a visita à fábrica, tenho as minhas dúvidas, já que nada do que está no interior é "original". O local foi totalmente transformado num museu puro e duro e são poucas as coisas "reais" que se podem ver. Se não têm tempo, acho que podem perfeitamente passar esta visita à frente.


(Fábrica de Oskar Schindler)


Durante a tarde fui dar uma volta pelo Bairro Judeu, mesmo ao lado do meu hotel. Passeei pelas ruelas e decidi entrar no cemitério Cmentarz Remu (pagamento apenas em dinheiro). É uma zona bonita e aconselho dar uma voltinha por aqui. Depois disso decidi dar uma volta de bicicleta no passadiço que tem ao longo do Rio Vístula, a cerca de 5 minutos do meu hotel. É um local mesmo muito agradável, belo e cheio de vida, e ainda deu para recordar a sensação incrível de liberdade que se sente ao andar de bicicleta.


(Bairro Judeu)

Para acabar bem o dia, nada como um bom pé de dança latina, no Teatro Cubano. A comunidade latina junta-se neste local para ouvir um bom reggaeton e posso dizer que não fiquei desiludida. Gostei imenso do espaço, da música e do ambiente em geral. Pessoas simpáticas e super boa onda. 


(Teatro Cubano)


Dia 4

No quarto dia foi o dia de fazer a viagem de comboio até Varsóvia. Este dia optei por ficar mais pelo hotel, depois de 3 dias sempre a caminhar e visitar. Como o hotel tinha um ginásio incrível, fiz o meu treino, pedi comida para o jantar e fui dormir cedo para aproveitar o dia seguinte.

Dia 5

O (pen)último dia foi para visitar o centro histórico de Varsóvia e as principais atrações. Fui a pé desde o meu hotel até ao centro, numa caminhada de cerca de 30 minutos.
Comecei a minha tour pelo Museu do Frédéric Chopin. Não entrei, pois o meu interesse pela música clássica e em particular por Frédéric Chopin não é assim tanto para que se justifique pagar o preço de um bilhete para o museu, no entanto é uma zona engraçada pois tem bancos de jardim que nos "dão música" (a música de Frédéric Chopin, precisamente). 
O resto da tour continuou, na rua pedonal Krakowskie Przedmieście, passeio que recomendo muito, em direção ao Palácio Presidencial, Pałac Prezydencki w Warszawie. O passeio termina na praça Plac Zamkowy, no Castelo Real de Varsóvia, que é a zona mais bonita que vi em Varsóvia (certamente faltou ver muitas coisas).
Também estava nos meus planos visitar o Palácio da Cultura e Ciência, Pałac Kultury i Nauki, para o qual podem comprar bilhetes online, principalmente ao fim do dia para uma vista panorâmica sobre a cidade de Varsóvia, no entanto acabei por não ir (gosto sempre de deixar algo por ver para me dar um motivo para voltar ihih).

E assim terminou a minha semana na Polónia. Para ser sincera, gostei mil vezes mais de Cracóvia do que Varsóvia, e eu por norma sou uma pessoa de capitais. Acho que dependendo da quantidade de dias que têm disponíveis, aconselho a fazer a gestão de forma a passarem mais tempo em Cracóvia do que em Varsóvia. Achei Varsóvia uma cidade "sem alma" e extremamente impessoal, algo que não sinto noutras capitais europeias como Lisboa, Madrid, Paris ou Roma. No entanto, nada como voltar um dia para ver se me convence eheh



Sei que o post está um bocado longo, mas quis colocar toda a informação que considero relevante e que poderá interessar a alguém que pretenda viajar para estas duas cidades, assim como me teria interessado a mim ler, antes de embarcar. 

Obrigada por lerem. Se tiverem dúvidas ou alguma questão mais específica, sabem onde me encontrar (Instagram: @amariaguedes).



Maria Guedes

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